<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress/2.3.2" -->
<rss version="0.92">
<channel>
	<title>Centenário da República - vamos fazer história!</title>
	<link>http://www.centenariodarepublica.org/centenario</link>
	<description>Vamos fazer História</description>
	<lastBuildDate>Tue, 29 Jun 2010 14:26:46 +0000</lastBuildDate>
	<docs>http://backend.userland.com/rss092</docs>
	<language>en</language>
	
	<item>
		<title>Qual é coisa, qual é ela, que entra pela porta e sai pela janela?</title>
		<description> 

Afonso Costa não é, como escreveu A.H. de Oliveira Marques, o mais querido e o mais odiado dos Portugueses. É, com certeza, uma das figuras mais ridículas e abjectas da História de Portugal, epítome do que constituiu a I República, ou seja, um regime de vale-tudo, de ameaças, de extorsões, ...</description>
		<link>http://www.centenariodarepublica.org/centenario/2010/06/29/qual-e-coisa-qual-e-ela-que-entra-pela-porta-e-sai-pela-janela/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Norton de Matos: perfil de um candidato a presidente da república</title>
		<description>
José Mendes Ribeiro Norton de Matos. Estranhamente, um minhoto.Tendo frequentado a Escola do Exército, partiu para a India em 1895. Sem jamais pôr em causa a Monarquia e, certamente, compenetradíssimo na sua carreira millitar.

Nasceu em Ponte de Lima em 1867. Já com 81 anos, em 1948, anunciou ao País a ...</description>
		<link>http://www.centenariodarepublica.org/centenario/2010/06/23/norton-de-matos-perfil-de-um-candidato-a-presidente-da-republica/</link>
			</item>
	<item>
		<title>República: do sonho à desilusão</title>
		<description>Neste ano centenário da república, a ciência histórica académica parece ter estabilizado em volta de uma tese que, afastando-se das interpretações do republicanismo ortodoxo e reconhecendo muitas das falhas do regime inaugurado em 1910, tenta ainda salvaguardar a pureza do ideal republicano, salientando o presumível contraste entre uma doutrina imaculada ...</description>
		<link>http://www.centenariodarepublica.org/centenario/2010/06/16/republica-do-sonho-a-desilusao/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Virtudes e malefícios do Sufrágio Universal</title>
		<description>Antes da tomada do poder em 1910, o sufrágio universal era um dos pontos essenciais do programa republicano. Não se concebia a república portuguesa senão sob a forma democrática, usando-se indiferentemente os nomes de democracia ou república, como sinónimos ou conceitos inseparáveis. O sufrágio universal era a condição necessária e ...</description>
		<link>http://www.centenariodarepublica.org/centenario/2010/05/28/virtudes-e-maleficios-do-sufragio-universal-2/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Libredade Condicional</title>
		<description>Passou demasiadamente despercebida a recente notícia publicada no Jornal i sobre a um projecto escolar no distrito de Aveiro a respeito dos cem anos da república portuguesa em que alguém se atreveu a incluir um quadro sobre o período da 2ª República. Lendo a notícia não se percebe tanta indignação, porquanto professora ...</description>
		<link>http://www.centenariodarepublica.org/centenario/2010/05/22/libredade-condicional/</link>
			</item>
	<item>
		<title>A bandeira de Portugal</title>
		<description>Um dos aspectos simbólicos mais pungentes e tristes do golpe republicano em Portugal prende-se com a mudança da Bandeira Nacional, um acontecimento que ilustra, como iremos ver ao longo destas linhas, o facciosismo irracional e o fundamentalismo ideológico dos seus mentores. As fontes oficiais remetem erroneamente para um pretenso simbolismo ...</description>
		<link>http://www.centenariodarepublica.org/centenario/2010/04/15/a-bandeira-de-portugal/</link>
			</item>
	<item>
		<title>No Liceu Bracarense, um mês depois da república</title>
		<description>

Disse João Chagas – e muito bem – que, consumada a revolução na capital, o novo regime se propalaria a todo o País por mero efeito do telegrafo ou do telefone. Não porque tal questão fosse do desinteresse dos portugueses. Isso não esqueceu a Chagas, mas os pormenores eram dispensáveis. ...</description>
		<link>http://www.centenariodarepublica.org/centenario/2010/04/06/no-liceu-bracarense-um-mes-depois-da-republica/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Miguel Bombarda: como se fabricou um mártir da república</title>
		<description>
A posição eminente do psiquiatra Miguel Bombarda no martirológio republicano pode avaliar-se contando o número de placas toponímicas dedicadas a ele por todos os cantos do país. Tal como os arqueólogos deduziram, pelo abundante número de lápides a ele consagradas, que o deus Endovélico era uma das maiores figuras da ...</description>
		<link>http://www.centenariodarepublica.org/centenario/2010/03/31/miguel-bombarda-como-se-fabricou-um-martir-da-republica/</link>
			</item>
	<item>
		<title>A insurreição de 31 de Janeiro de 1891</title>
		<description>
Determinantes da sua ocorrência

Na passagem do centenário desse breve episódio intitulado «31 de Janeiro», a revista mensal portuense de estudos históricos e literários «O Tripeiro» dedicou-lhe um número exclusivo (Janeiro de 1991). Foram convidados para expor os seus pontos de vista o saudoso Dr. Henrique Barrilaro Ruas e o signatário, através ...</description>
		<link>http://www.centenariodarepublica.org/centenario/2010/03/29/a-insurreicao-de-31-de-janeiro-de-1891/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Amadeu de Souza Cardoso e a República</title>
		<description>Nas fontes epistolográficas de Amadeo de Souza Cardoso (1887-1918) encontramo-lo a fazer duras críticas à situação política (republicana) da sua época, registadas numa carta, datada de 13 de Dezembro de 1913, proveniente de Paris:[1]

(...) A política de hoje em dia é uma lástima de intrigas mesquinhas, donde provém sempre a ...</description>
		<link>http://www.centenariodarepublica.org/centenario/2010/03/16/amadeu-de-souza-cardoso-e-a-republica/</link>
			</item>
</channel>
</rss>
