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- Quanto custa a república?

Orçamento do Estado do Reino de Portugal para 1910 Dotação da Família Real: 501 000$000 (Quinhentos e um milhões de reis - Quinhentos e um contos - Dois mil, quatrocentos e noventa e oito euros e noventa e oito cêntimos 2.498,98€) Fonte: Ministério das Finanças da República Portuguesa A... [Ler mais]


- Fernando Pessoa e a toponímia republicana

Um dos poucos indiscutíveis atributos dos republicanos de 1910 foi o revisonismo de grande parte da toponímia nacional: por exemplo em Lisboa, entre muitas outras renomeações, a avenida Rainha D. Amélia passou a chamar-se avenida Almirante Reis, o comandante da revolta que se suicidou dois dias... [Ler mais]


- Breve história da «Piolheira»

D. Carlos foi morto de duas formas, por três «criminosos»: o primeiro foi a comunicação social e, consequentemente, pela opinião pública; o segundo e o terceiro, dois desgraçados que, espicaçados pelo oportunismo dos futuros paladinos da República de Outubro, o cravaram de balas julgando... [Ler mais]


- Porto 31 de Janeiro de 1891, ou o ensaio de uma constante portuguesa

   Desde sempre, os regimes políticos tiveram como premente necessidade de afirmação o apresentar de uma data que marcasse um evento primordial na escalada para um poder que, a determinado momento, se consagraria na conformação de uma outra organização institucional. Se em França a chamada... [Ler mais]


- A I República e os Sindicatos: O Calvário da “Aurora”

Portugal, Janeiro de 1912 - A ausência de cumprimento das promessas feitas pelo PRP (Partido Republicano) e o esvaziamento da Carbonária Portuguesa (já só se constituía como movimento antigrevista de acção “musculada”) faz aumentar a influência do movimento sindicalista por todo... [Ler mais]


- A história ensinada nas escolas da república

A história de Portugal escrita pela república vitoriosa, e ensinada aos futuros cidadãos da nação portuguesa, incorpora, naturalmente, os principais temas da propaganda do PRP, embora suavizando os termos, acautelando com expressões vagas as acusações sem consistência, e omitindo grande parte... [Ler mais]


- Dolorosas novas

Encontrei ontem doloroso testemunho da tragédia portuguesa de 1908. Datada de 15 de Fevereiro - uma semana após o regicídio - assinada por D. Manuel II, a carta anunciava ao ei Chulalongkorn do Sião o passamento do Rei D. Carlos I e do Príncipe Real D. Luís Filipe. Mais que uma breve e protocolar... [Ler mais]


- Falsificações da História - 1

O Marquês de Pombal Democrata e Inimigo da Inquisição  Desde finais da década de 1860 a literatura republicana acumulou esforços na construção de um mito heróico em torno da figura do Marquês de Pombal. Tendo em conta que fora ele o maior inimigo dos jesuítas, atribuiu-se-lhe a maior largueza... [Ler mais]


- Centenária desonestidade: o aproveitamento de Antero

Nesta azáfama propagandística das capitosas delícias da implantação da república, tem sido frequente o recurso aos grandes nomes do pensamento e da literatura do Portugal oitocentista. Se o descaramento não atinge Camilo, Herculano e Garrett, a ostensiva manipulação de outros como Oliveira... [Ler mais]


- A república em 1910 e as restrições ao culto religioso

Com o 5 de Outubro de 1910 inicia-se um período de violenta perseguição religiosa em Portugal. A Igreja vive por esses dias um período de semi-clandestinidade durante o qual diversos membros do clero foram sujeitos à prisão, a maus tratos e à morte. A seguir transcrevermos uma curiosa carta (reproduzida... [Ler mais]


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