- Qual é coisa, qual é ela, que entra pela porta e sai pela janela?
 Afonso Costa não é, como escreveu A.H. de Oliveira Marques, o mais querido e o mais odiado dos Portugueses. É, com certeza, uma das figuras mais ridÃculas e abjectas da História de Portugal, epÃtome do que constituiu a I República, ou seja, um regime de vale-tudo, de ameaças, de extorsões,... [Ler mais]
- Norton de Matos: perfil de um candidato a presidente da república
José Mendes Ribeiro Norton de Matos. Estranhamente, um minhoto.Tendo frequentado a Escola do Exército, partiu para a India em 1895. Sem jamais pôr em causa a Monarquia e, certamente, compenetradÃssimo na sua carreira millitar. Nasceu em Ponte de Lima em 1867. Já com 81 anos, em 1948, anunciou ao... [Ler mais]
- República: do sonho à desilusão
Neste ano centenário da república, a ciência histórica académica parece ter estabilizado em volta de uma tese que, afastando-se das interpretações do republicanismo ortodoxo e reconhecendo muitas das falhas do regime inaugurado em 1910, tenta ainda salvaguardar a pureza do ideal republicano, salientando... [Ler mais]
- Virtudes e malefÃcios do Sufrágio Universal
Antes da tomada do poder em 1910, o sufrágio universal era um dos pontos essenciais do programa republicano. Não se concebia a república portuguesa senão sob a forma democrática, usando-se indiferentemente os nomes de democracia ou república, como sinónimos ou conceitos inseparáveis. O sufrágio... [Ler mais]
- Libredade Condicional
Passou demasiadamente despercebida a recente notÃcia publicada no Jornal i sobre a um projecto escolar no distrito de Aveiro a respeito dos cem anos da república portuguesa em que alguém se atreveu a incluir um quadro sobre o perÃodo da 2ª República. Lendo a notÃcia não se percebe tanta indignação,... [Ler mais]
- A bandeira de Portugal
Um dos aspectos simbólicos mais pungentes e tristes do golpe republicano em Portugal prende-se com a mudança da Bandeira Nacional, um acontecimento que ilustra, como iremos ver ao longo destas linhas, o facciosismo irracional e o fundamentalismo ideológico dos seus mentores. As fontes oficiais remetem... [Ler mais]
- No Liceu Bracarense, um mês depois da república
Disse João Chagas – e muito bem – que, consumada a revolução na capital, o novo regime se propalaria a todo o PaÃs por mero efeito do telegrafo ou do telefone. Não porque tal questão fosse do desinteresse dos portugueses. Isso não esqueceu a Chagas, mas os pormenores eram dispensáveis.... [Ler mais]
- Miguel Bombarda: como se fabricou um mártir da república
A posição eminente do psiquiatra Miguel Bombarda no martirológio republicano pode avaliar-se contando o número de placas toponÃmicas dedicadas a ele por todos os cantos do paÃs. Tal como os arqueólogos deduziram, pelo abundante número de lápides a ele consagradas, que o deus Endovélico era... [Ler mais]
- A insurreição de 31 de Janeiro de 1891
Determinantes da sua ocorrência Na passagem do centenário desse breve episódio intitulado «31 de Janeiro», a revista mensal portuense de estudos históricos e literários «O Tripeiro» dedicou-lhe um número exclusivo (Janeiro de 1991). Foram convidados para expor os seus pontos de vista o saudoso... [Ler mais]
- Amadeu de Souza Cardoso e a República
Nas fontes epistolográficas de Amadeo de Souza Cardoso (1887-1918) encontramo-lo a fazer duras crÃticas à situação polÃtica (republicana) da sua época, registadas numa carta, datada de 13 de Dezembro de 1913, proveniente de Paris:[1] (…) A polÃtica de hoje em dia é uma lástima de intrigas... [Ler mais]

