- Presos Políticos na 1ª República – Protesto Internacional
Em 1912 e 1913 a República Portuguesa ocupou largo espaço na imprensa europeia, mas não com as manifestações de admiração nem com os louvores que os seus propagandistas haviam ambicionado. A velha guarda do movimento republicano, que sempre sonhara com o reconhecimento internacional dos seus... [Ler mais]
- As primeiras eleições da República vistas de perto
O escritor e jornalista Carlos Malheiro Dias foi uma das poucas inteligências críticas que acompanharam os primeiros passos da república, sem ilusões, mas também sem brados de amargura. Monárquico sem o desânimo dos derrotados, descreveu com a minúcia de um espectador atento a transição dos... [Ler mais]
- Juizes Castigados
Nos últimos anos da monarquia o Partido Republicano encarniçou-se com desmedida violência contra o rei D. Carlos, subindo continuamente o tom das acusações contra ele, apresentando-o como um monstro de imoralidade, de avidez e cobiça. O caso dos “adiantamentos” serviu de pasto a uma infinidade... [Ler mais]
- Alguns apontamentos sobre eleições “republicanas”
Diz Artur Mendonça, um dos escribas do Almanaque Republicano que […] Na Monarquia já existiam eleições, mas também se sabe que elas de livres tinham só o nome. Mais, os monarcas tiveram o cuidado de votar leis que podiam impedir o progresso eleitoral dos republicanos criando círculos eleitorais... [Ler mais]
- República contra o descanso dominical
Em finais do século XIX os políticos europeus tiveram de se ocupar do tema do descanso semanal, que desde a instauração dos regimes liberais andava um tanto esquecido. Durante séculos a igreja impusera o respeito do descanso dominical, e em muitos países ainda era essa a regra, mas as excepções... [Ler mais]
- Um jornalista inglês na revolução
Valentine Williams, correspondente do “News-Chronicle”, chegou a Lisboa um ou dois dias depois da revolução de Outubro. Desembarcou do Sud-Express às três da manhã e encontrou uma cidade deserta. Havia sinais de bombardeamentos nas paredes dos edifícios e cadáveres abandonados sob as árvores... [Ler mais]
- Raptores de crianças
A propaganda anti-jesuítica foi lançada a um público receptivo, sempre àvido de notícias bombásticas sobre a depravação dos jesuítas. Nos finais do século XIX já se constituíra uma abundante literatura especializada na “denúncia” dos inacianos, dirigindo-se a uma vasta e fiel clientela... [Ler mais]
- Anti-Jesuitismo l
A propaganda republicana cresceu em eficácia nas últimas décadas do século XIX, desde que descobriu um inimigo a apontar às massas, atribuindo-lhe a responsabilidade de todos os males de que padecia o país, de todo o atraso, de toda a miséria, de toda a falta de energia, de toda a decadência... [Ler mais]
- A questão do atraso económico português
Um dos erros frequentes na analise da evolução do nível de vida em Portugal, é considerar todo o período de 1852 até 1914 como um único e indissociável ciclo… fruto da recorrência a autores estrangeiros (a queda da monarquia portuguesa é um facto único na história da Europa do sec XIX... [Ler mais]
- A situação econónima antes e depois de 1910
A regeneração foi na verdade um “boom” económico que poderia ter adiantado os actuais níveis de vida em 30 anos, não tivesse sido a revolução de 1910 as crises económicas de 1890 e a implantação da republica no Brasil… A linha azul mostra a evolução do rendimento “per capita” durante... [Ler mais]


